Recado das autoras

Primeiramente, queríamos agradecer a todos que acompanham a nossa fanfic. Isso realmente é muito importante para nós. O nosso principal objetivo aqui no blog é deixar vocês interessados no que escrevemos. Por isso estamos dispostas a melhorar em tudo que vocês acharem necessário. Por isso pedimos para que vocês deixem o cometário em baixo das postagens, ou então entre em contato comigo pelo twitter @gabi_ptl. nós ficaria feliz se nos dissessem o que estão achando. Por isso queremos agradecer mais uma vez para todos os visitantes do site. Obrigada mesmo.

Ass: Gabriela e Leticia

(in English)

First, we wanted to thank everyone that came to our fanfiction. This is really important to us. Our main goal in this blog is to let you interested in what we write. So we are willing to improve in all that you think necessary. That's why we ask that you leave the cometary below the posts, or contact me at twitter @gabi_ptl. We would be happy if you told us what they're thinking.
So we want to thank you once again for all site visitors. Very, very, very thanks guys! we love u.

with love: Gabriela and Leticia


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

2ª Temporada 40º Capítulo


Harry POVs

- Está com os ingressos?
- Dentro da bolsa, Hazza.
Leticia e eu estávamos na fila de entrada para ver a apresentação de Gabriela. Era engraçado porque estávamos usando roupas esporte fino e isso definitivamente não era algo comum para mim ou mesmo para qualquer outro de meus amigos, mas devo admitir que minha namorada ficava fantástica com roupas de festa, principalmente quando eram de cor vermelha.
- Próximos, por favor. – Um homem alto e engravatado chamou.
Estava me sentindo um tanto quanto deslocado naquele teatro enorme. O lugar era tão chique, que já estava me perguntando se ali era o endereço certo, já que Gaby não se importa muito com essa coisa de classe, na verdade, ela odeia quando um lugar está cheio de pessoas esnobes e metidas.
- Harry? Volte para a nossa galáxia, por favor, somos os próximos da fila.
- Desculpe Lelê.
Ela parecia bem à vontade ali, já que sua família sempre frequentou lugares de altos padrões, Leticia sabia como se comportar em meio a pessoas como estas.
- Não precisa se preocupar, Curly.
- Quê? – Ela pareceu se divertir com a minha confusão.
- Pare de olhar para os lados como se não pertencesse a esse mundo, apenes ignore os olhares. – eu a encarei. – E não me olhe desse jeito.
- Desculpe, só estava observando...
- Ingressos, por favor. – O mesmo homem de antes se direcionou a nós.
- Aqui. – Leticia abriu a bolsa e os entregou.
O segurança/pegador de ingressos nos liberou, então seguimos para nossos lugares. Bom, eu não sou especialista em apresentações do tipo, mas se teatro tivesse alguma ligação com shows, diria que estávamos sentados em um camarote. Com uma visão muito boa, aliás.
- Parece que somos os mais pontuais. – Leticia comentou enquanto se sentava. –Palmas para nós dois.
- Não seja sarcástica. – Ela riu do meu comentário.
- Ah, por favor, só devem estar atrasados por não gostarem de lugares assim, vocês são cheios de frescura.
- A rica aqui é você, nós não sabemos lidar com esnobes. – Fiz uma careta com o fim da minha frase.
- Vamos lá, Harry, seu sobrenome já diz que você tem estilo, só falta confirmar isso.
- Por que estamos falando disso, mesmo?
E foi aí que outras pessoas nos surpreenderam. Rindo e falando alto, Louis, Zaynne, Marie e James entraram pelo mesmo lugar que Lelê e eu há alguns minutos atrás.
- Viu? Eles não ligam para o que os outros vão dizer quando os olharem. – Leticia me desafiou com o olhar. Ainda não entendi como fomos ter uma conversa sobre “classe social”. Isso não é um tipo de conversa que um casal tem costume de ter.
A ignorei.
- E aí, Hazza! – Louis cumprimentou a mim e em seguida a Leticia. Eu e ela fizemos o mesmo com os outros, que superaram minhas expectativas estando tão arrumados quanto os outros ali do teatro.
- Então esse lugar todo é para nós? – Zaynne pergunta enquanto se senta ao lado de minha namorada.
Parece que foi só ela abrir a boca que um casal de idosos resolveu entrar e se sentar ali perto de nós. Eles não ficaram contentes, digo isso por ver a careta que surgiu em seus rostos assim que nos viram. Só digo uma coisa: Não nasci para agradar ninguém. Fim da história.
- Eu achava isso. –Começou Lelê. – Agora não mais.
Mary começou a rir, mas levou uma cotovelada de James, então levou ambas as mãos até a boca, tentando controlar as risadas. Não funcionou.
Foi só ela começar a gargalhar que Louis não aguentou e começou a fazer o mesmo que ela. Isso não levou mais que alguns minutos, já que assim que recebemos uma bronca do casal de velhos, reduzida a um grande “Xiiiiu” e sinal de silêncio, os dois pararam e se sentaram.
- Nossa, parece que sempre que chegamos num lugar, já os querem por pra fora! – Todos olhamos para trás e encontramos Helena. – O que aprontaram dessa vez?
- Ah, nada demais. – Responde Louis.
- É a vida. – Marie concorda e os dois não se contentam e riem de novo.
- Estamos no lugar certo! – Kemelly avisa entrando junto de Liam, Zayn e Larissa.
- Eu já sabia disso quando estávamos na entrada do teatro. Vocês fazem muito barulho! – Como sempre, Larissa entrou fazendo seu drama básico, o que fez com que todos revirassem os olhos.
Cumprimentamos os outros, conversamos por mais um tempo até que todos estivéssemos sentados e olhando para as grandes cortinas que cobriam o palco.
- Está faltando alguém? Pois ainda tem algumas cadeiras vazias... – Liam olha em volta.
- Eu pensava que aqui só iriam se sentar os convidados de Gaby, ou algo do tipo, só que não tenho mais tanta certeza... – Olhei discretamente para as duas pessoas sentadas na ponta do camarote. Eles bufaram.
Não fazia diferença, estávamos tão felizes em tê-los ali quanto os dois imaginavam.
- Talvez ainda haja esperança e boas pessoas se sentem com a gente. – Kemelly fala séria, e isso nos faz rir.
- Acho que a pessoa mais fácil de aparecer aqui é o segurança pedindo para nos retirarmos do local. – Falou Louis.
- Bom, o segurança eu não tenho tanta certeza, mas nós viemos pra festa! – Rose, mãe de Gabriela e Louis entra no lugar. Isso fez Lou se levantar imediatamente e cumprimentar seus pais.
- Vocês vieram! – Ele falava enquanto ainda os abraçava.
- E por que acha que não viríamos?! – A mão de Louis passava a mão pelos cabelos dele e sorria. Eu tiraria sarro, mas ele parecia tão contente que me sentiria mal em estragar um momento desses.
Certo, isso soou como uma garota.  Me desculpem.
- O.K., agora eu tenho certeza de que todas as pessoas que eu conheço estão aqui e...
- Obrigado por sentirem minha falta. – Uma voz interrompe o que Zayn estava dizendo.
- Niall! Com você vestido assim eu até poderia dizer que está parecendo gente!
- Muito obrigado, Helena. Digo o mesmo sobre você. – E ela apenas mostrou a língua para ele.
- É claro que percebemos que não estava aqui, cara. – Louis tenta mentir, mas convenhamos, esse não era o forte dele.
- Ah, idiota, pare com isso! – Zaynne o repreende. Marie cai na risada.
- Ta rindo do quê, bobona? – Lou se dirige a ela, que continuou a rir e isso desencadeou uma pequena confusão que só terminou quando Kemelly interrompeu.
- Será que vocês dois podiam ficar quietos sem discutir por dois minutos? Não estão vendo que o Sr. Tomlinson está no telefone?
- Não, está tudo bem. Já terminei com isso de qualquer forma. – Ele respondeu para Kemelly.
- Tá, mas agora realmente fiquem quietos. As cortinas estão se abrindo. – Leticia falou se arrumando na cadeira.
Todos fizeram o mesmo e o camarote ficou cheio. E as cortinas se levantaram, mostrando um vídeo dos dançarinos participantes, e lá estava Gabriela, como a dançarina principal.

***

Liam POVs

Devo dizer que para se assistir uma apresentação de ballet, tem que ter MUITA paciência. Mas se você gosta, então não será difícil, mas no meu caso... Bem, talvez eu preferisse beber o champanhe que nos serviram e olhar para a programação que nos deram assim que entramos.
Não que a apresentação fosse tão chata assim, eu até fiquei impressionado em alguns momentos em ver o quanto era possível se levantar uma perna, mas fora isso. Tédio.
- Ah, essa parte é linda! – Me virei para ver kemy e Leticia totalmente hipnotizadas com alguma coisa que se passava no palco.
- O que está acontecendo?
- O príncipe promete a Odette que ele quebrará o feitiço. – Me responde kemy, dando um longo suspiro em seguida.
- Ah... só isso? – Pergunto desentendido.
- Ah, qual é, Liam! É tão romântico! – Ela me olha com os olhos brilhando.
- Você diz isso porque eles ainda não morreram...
- Não seja chato. – Ela me dá um tapa de leve no braço. Eu dou risada.
- Só estou dizendo o óbvio, nunca ouviu a história do Lago dos cisnes?
- E você continua chato.
- Ah, desculpe, só que... Isso não é a minha primeira escolha de diversão. – Falei.
- É, parece que o pai de Gaby pensa a mesma coisa, já que ele está no canto d sala falando ao telefone já a alguns longos minutos. – Olhamos juntos para o canto onde ele estava em pé dando algumas risadinhas.
- Acho que deve ser algo importante... - Kemelly falou olhando por cima dos ombros.
Louis pareceu nos escuta, já que bufou e deu um sorriso de escárnio.
- Quem dera fosse. – Ele disse logo em seguida.
Nós dois nos olhamos, mas não dissemos nada. Nos viramos e continuamos a assistir à peça.
Não que eu tenha prestado atenção, mas pelo que eu entendi dos atos seguintes do ballet, “o príncipe sei lá o que” está correndo no meio da floresta, porque confundiu a Gabriela, não lembro o nome dela nisso aí, com outra garota, que, aliás, é ruiva com cabelos cacheados. Sim, super idênticas. Mas acho que isso é só na teoria.
Agora era o terceiro intervalo que daria início para o último ato. O IV. Se eu estava feliz? Sim.
- Agora é a parte quando ela t o maior solo, não é? – Helena falou pela primeira vez desde que o ballet tinha começado.
- Se eu entendi esse tal de folheto... – Zayn encarou o papel. – Sim.
- Que animador... – Ela sussurrou talvez alto demais, pois todos do camarote escutaram. Alguns riram, outros reviraram os olhos.
Quer adivinhar quem é quem? Simples, nós rimos, os desconhecidos reviraram os olhos.
O quarto Ato começou. Nesse, a Gabriela dançou constantemente, e se eu estava entendendo bem, ela ia se matar pra não ser uma ave para sempre. Claro, bem óbvio.
- Ah, que lindo! Eles vão se matar! – Letícia e Kemelly se debruçam um pouco mais sobre as cadeiras.
- Desde quando isso é algo admirável? – Louis pergunta.
- Desde que as duas gostem de coisas trágicas. – Marie dá de ombros enquanto está com uma mão apoiando sua cabeça.
Eu queria saber como alguma escola podia bancar uma apresentação em um lugar como esse, com fantasias como essas, com equipamentos como esses. Parece até que eles estão tentando imitar aquelas apresentações profissionais. Eu sei disso porque às vezes, quando Gaby dá um ataque, ela nos mostra alguns vídeos, e dessa vez não foi diferente.
Agora pulando para o final, todo mundo morreu. O príncipe, o feiticeiro, a personagem da Gabriela e tudo mais. Só sobraram algumas dançarinas que no caso eram os cisnes. E elas ficaram dançando no amanhecer em homenagem ao amor daqueles que morreram. Sim, lindo! Só que não.
Como esse foi o fim de quatro longas partes de um ballet, chegou à hora dos aplausos.  Nós ficamos de pé, e como faríamos em qualquer outro lugar começamos a gritar. Não, não foi pela peça, era só pra fazer com que aquele lugar deixasse de se chato e irritante.
- Então agora nós podemos ir falar com a Gabriela ou vamos ter que ficar aqui mais tempo? – Larissa perguntou.
Nos entreolhamos e a resposta foi conjunta.
- Vamos sair daqui.
***
Gaby POVs

Eu estava no camarim, ainda com a fantasia, as sapatilhas de ponta e com maquiagem, a única coisa que eu tinha feito desde que tinha saído do palco era ter soltado meu cabelo. E essa não tinha sido a melhor decisão, já que ele parecia ter sido lambido. Tinha tanto fixador nele, que podia ter um vendaval ali dentro que ele continuaria duro.
Eu tentava achar algum jeito de desmanchar aquela pedra quando escutei batidas na porta, porém antes mesmo de abri-la, muitos seres humanos entraram naquele quarto onde não cabia quase ninguém.
-Parabéns!! – Muitas vozes falaram ao mesmo tempo, e se eu fosse dizer todas as pessoas ali dentro, perderia muito tempo, então simplesmente vou dizer que eram as pessoas de sempre. Apenas a presença de duas pessoas me deixou confusa. Meus pais.
- Vocês vieram! Pensei que tivessem uma reunião! – Passei um braço ao redor do pescoço de cada um.
- Você estava linda! – Minha mãe falou ao me abraçar forte.
- Nós tínhamos, mas cancelamos para vir hoje aqui. – meu pai completou.
- Estou feliz por estarem aqui. Todos vocês! – Abracei também aqueles que estavam próximos a mim, que no caso, eram Leticia, Louis e Zaynne.
- Seus pés ainda ainda estão aí? – Marie empurrou Louis para o lado me fazendo notá-la.
- Não seja chata! – Digo rindo enquanto ela me encara.
- ah, qual é! Eu não estaria mais sentindo meus pés se fosse você... – Larissa interrompe nossa conversa.
Eu olhei para os meus pés um tanto quanto confusa. Parecia tão normal para mim.
- Bom, mas vamos parar de falar de pés e falar sobre a apresentação. – Kemy apareceu ao meu lado.
- Eu achei perfeito! – Leticia continuou. – A parte mais linda com certeza foi a do baile, onde ele dança com a outra e depois percebe o erro.
- Ah foi tão fofo! – Kemy adicionou o comentário.
- ah, e obrigada pelo final, pessoal! – Disse.
- Como assim? – Ouvi a voz do Harry.
- Por terem gritado como idiotas. Finalmente mostraram pra esse povo chato o que é gostar de algo.
- Foi o que eu pensei assim que a gente chegou! – Harry arregalou os olhos.
- Esse povo metido a rico acha que é melhor que todo mundo. – Helena falou de algum lugar ali.
- Eu só não falo nada porque são eles que bancam essas apresentações.
- Agora está tudo explicado! – Zayn falou.
Rimos e por fim nos calamos. Não exatamente, só não estávamos mais com nenhum assunto super interessante.
- Então, vamos ficar aqui olhando um pra cara do outro ou vamos comer que é dez vezes melhor que isso? – Ouvimos Louis dizer e foi inevitável não rolar os olhos. Irmão idiota.
- Ta, que seja. – Respondi.
- Então vamos dar um tempo para a Gaby trocar essa roupa. – Minha mãe falou “expulsando” quem estava ali.
- Na verdade, mamãe, preciso de ajuda pra tirar esse troço.
- Claro, mas antes deixe me falar para o seus amigos que eu quero levar todos eles e você para  um jantar especial!
- UHUUU FREE FOOD!!!! – Niall gritou e abraçou minha mãe. Normal.
- Ah Gaby, não vou poder ir! Prometi a minha mãe que eu iria embora assim que terminasse, e você sabe como é ela. Para eu poder vir tive que trazer a Larissa.
- Nossa, sou tão chata assim, Kemelly?
- Não distorça minhas palavras, irmãzinha...
- Não me chama aqui seu filhote de cruz credo!
- TA BOM, GENTE!! A kemy e a Larissa não vão!  - Disse bem alto pra que as duas calassem a boca, afinal, não estava com a mínima vontade de ouvir discussões agora.
- Bom, eu também não vou, Gaby.  Tenho que levar essas duas ra casa. – Zayn disse me abraçando e indo e direção a porta junto com as duas.
- eu também não vou poder ir, mihas irmãs ainda estão na cidade  eu quero passar mais um tempo com elas. – Ouvi Liam dizer e Helena concordar com ele.
- Vou fazer companhia à família. Não é sempre ela se junta. – a garota loura fez uma careta e eu concordei.
E de repente todo mundo começou a achar uma desculpa para não ir. Ah, tudo bem, nem eu estava com vontade de ir.
No final da história, quem ia mesmo era Niall, que não recusa nada se tem comida envolvida, Louis e Zaynne, eu e meus pais. Eu não estava empolgada, na verdade. Estava me sentindo estranhamente mal. Só esperava que tudo isso tivesse sido só algo “pós-apresentação”.
- Então vamos indo para o carro, a reserva já está feita, vou pedir para o seu pai confirmar o número de pessoas, né querido?
- Quê? – Meu ai pareceu voltar para a realidade assim que minha mãe se dirigiu à ele. – Ah, claro. Ligo sim.
Eu o observei enquanto minha mãe sorria. Aquela sensação de desconforto só pareceu aumentar no meu estômago. Respirei fundo e me virei de frente para o espelho.
Eu ainda estava igual a personagem da apresentação, talvez com o cabelo muito mais bagunçado, mas ainda duro e a maquiagem um pouco borrada. Mas continuava a mesma. Só não sabia se gostava disso.
Pelo reflexo do espelho vi todos deixando o quarto. Eu não me sentia confortável com minha família desde que descobri aquele segredo sujo a tempos atrás. Respirei fundo de novo me vendo sozinha naquele quarto. Mas e cadê minha mãezinha pra ajudar com esse corpete idiota?

-Ah merda... – Corri para a porta. – Mãe! Minha roupa! Ajuda aqui!

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Nota da Autora: Oi gente! Como estão? então... SO SORRY! eu queria ter terminado antes, mas a minha falta de criatividade não deixou. Ele já estava encaminhado quando fiz a ultima postagem, e eu tava feliz que as aulas logo iam acabar e eu ia poder escrever, mas aí de repente nada vinha na minha cabeça! meus neurônios fizeram greve! Então resolvi gastar meu tempo lendo! Li um milhão de fanfics e li também a coleção do jogos vorazes u.u per-fect! E agora eu terminei o cap e não gostei dele : ) vou melhor! é questão de honra agora!!!
enfim, é isso... Vou tentar fazer algo antes do natal, pra comemorar o niver do Lou u.u!!!! ahhhhh me desejem sorte! Por favor, obrigada...
Kisses ><

ass: Gabriela

terça-feira, 29 de outubro de 2013

2ª Temporada 39º Capítulo


Zayn POVs

- Vamos logo, Zayn! Desse jeito não vamos chegar na agência nunca!
E essa era Helena me arrastando para uma tal agência de modelos. Segundo ela, tinham a chamado para ser modelo fotográfica a algum tempo, mas não sei o porquê dela vir apenas agora. Ela estava empolgada e ao mesmo tempo receosa.
- Lena, não precisa ter pressa.
- Claro que precisa! Eu estou nervosa! Imagina só, nós chegamos lá e tudo mais, e a mulher fala que não precisa mais de modelos para tirar nenhuma foto.
- Estar nervosa é uma coisa, agora ser negativa é outra. Você estava toda animada até sairmos da sua casa, foi só entrar no carro que eu não sei mais se você quer ir ou desistir.
- Eu quero muito ir! Mas ao mesmo tempo estou insegura...
- Sabe que não precisa estar, Lena. Você é maravilhosa, sabe disso, só precisa ser confiante. - Falei sem tirar os olhos da rua.
- Sim, sim, disso eu sei, estou tentando, mas minhas mãos estão tremendo e meu coração está acelerado...
- Nós já chegamos, Helena, já pode respirar fundo e descer do carro.
Ela mais rápido do que eu imaginei, saltou do carro e correu até a porta de entrada da "Agência Fiore". Ela parou de frente para a porta como se estivesse indecisa em entrar ou correr de volta para o carro, mas aparentemente ela escolheu a primeira opção logo após agarrar minha mão e me puxar junto dela.
Assim que entramos pude ver mil pessoas correndo de um lado para o outro com pastas, roupas, telefones e muitas outras coisas nas mãos.
Vi Helena sorrir e vi seus olhos brilharem. Ela estava feliz.
- Boa tarde, posso ajudá-los? - Um homem com a voz afeminada parou ao nosso lado e nos perguntou.
Helena pareceu se despertar e sorriu abertamente ao vê-lo, depois falou:
- Ah, sim. Bom, a algum tempo eu falei com uma mulher chamada Estefânia Fiore, pelo nome da agência, acho que ela é dona daqui.
- A senhora Fiore, você marcou horário com ela? - O mesmo nos perguntou enquanto ia em direção a uma mesa grande no fundo da sala.
- Na verdade eu não sabia que deveria marcar hora...
- Pois bem, querida. Então acho que infelizmente você não conseguirá folar com a Senhora Fiore. - Ele se sentou e de um momento para o outro ignorou nossa presença.
- Mas...
- Desculpe, fofa, mas sem hora marcada, sem visitas.
- Mas eu preciso muito falar com ela... - Helena já estava a ponto do desânimo.
- Quem precisa falar com quem?
Uma senhora alta, de cabelos louros ondulados na altura do ombro, olhos azuis acinzentados parou ao nosso lado.
- Hey, você é a Senhora Fiore, certo? - Helena arriscou no palpite ao ver a mulher.
- Sim, e quem é você, mocinha? Me parece familiar... - Ela estreitou os olhos enquanto encarava Lena e arrumava a camisa azul que vestia.
- Você havia falado comigo uma vez na...
- Ah sim, já me lembrei! A garota com quem eu esbarrei na rua algumas semanas, certo? Me lembro de você, uma das poucas garotas que se pode encontrar chorando sozinha nas ruas de Londres.
- Estava chorando? - Me virei com olhar estreito para Helena.
Tudo bem que nós ficamos um tempo sem conversar, mas eu geralmente estava lá quando ela precisava chorar.
Ela deu um sorriso fraco como resposta.
- Bom, mas como posso ajudá-la, senhorita... - Estefânica fez uma pausa olhando para Lena, provavelmente tentando lembrar seu sobrenome.
- Helena. Helena Payne.
- Oh Sim, senhorita Payne, o que posso fazer por você? - A senhora se encostou no balcão onde o cara gay havia sentado.
- Sobre isso...
- Querida Estefânia, eles não têm hora marcada, receio que não possam falar com você. - O mesmo interrompeu Helena que revirou os olhos.
- Quieto, Charles, deixe que disso cuido eu, agora traga-me um café, por favor. - Ela respondeu e o mesmo olhou-a com um tanto quanto de raiva e se levantou.
- Então, como estava dizendo, - Helena sorriu para Charles. - eu pensei sobre o que você havia me proposto, e sim. Eu aceito. Quer dizer, se ainda tiver algum vaga para mim aqui....
- Claro querida! Vagas é o que não falta! E quem é esse lindo que veio com você? Alguém que queira tentar a carreira de modelo masculino? - Ela dirigiu o olhar para mim.
- Na verdade, não, vim apenas acompanhar minha namorada...
- Hum, ok. - Ela observou a Helena por um instante e depois voltou a falar. - O que acha de conversarmos, então? Vamos para o meu escritório resolver o que for preciso, ver seu Book e  assim que tudo feito, já podemos marcar um teste para você.
- Sério que é assim tão simples?
- Na verdade, vai demorar mais do que você pensa, mas vai gostar, senhorita Payne, garanto.
A mulher começou a andar e nós a seguimos. Andamos por vários corredores, passamos por várias pessoas até entrarmos em uma sala vermelha e branca, totalmente decorada, Helena teria dito que era um desing moderno e provavelmente falaria o nome da pessoa que o fez, tenho certeza. A senhora se sentou e nos deu alguns papéis.
- Vamos resolver o necessário e assim que possível fechar o seu contrato.

Louis POVs

Eu estava no shopping junto de Mary. Ela havia me prometido ajuda com a fantasia para a festa dela. Eu sinceramente não sou uma pessoa muito criativa, então as vezes, quase sempre, preciso de ajuda com algumas coisas, então nada melhor do que a pessoa que teve a ideia te ajudar.
- Vamos lá, Lou, as roupas não vão começar a falar e andar em sua direção dizendo "eu quero o Louis", você tem que dizer se gosta ou não. "Pode ser" não é resposta! - Vi Marie segurando dois cabides na minha frente.
- Mas tudo parece igual!
- Se você não olha, vão ser mesmo!
- Mas você não espera que eu vá de Peter Pan, não é? Isso é ridículo, além de ser um tanto quanto gay!
Ela bufou e devolveu o cabide no lugar. Mary estava irritada, fazia algum tempo que estávamos indo de loja em loja atrás de uma fantasia, já que segundo ela, quanto antes comprar, menores são as possibilidades de alguém ter uma igual.
Até que fazia sentido, mas ela estava me tirando do sério.
- E essa?
- Não, Marie, eu não vou vestido de Cowboy. - Neguei de braços cruzados.
- Mas é tão bonitinha, Louis! Aposto que você via ser o único com uma dessa!
- Eu prefiro ser o único a NÃO usar uma dessas... muito ridícula.
-Então vai de cenoura logo e para de pedir ajuda, já que tudo o que eu falo você consegue arrumar um defeito!
- quem vai para uma festa vestido de cenoura? Por favor, Mary, essa foi a pior ideia de todas!
- Se nada que eu escolho presta, então vai de Super Homem, mesmo, depois que você achar quinze pessoas com a mesma roupa que a sua e todas as pessoas te confundirem, não venha reclamar comigo!
- Com certeza é melhor do que muitas dessas ideias que você está dando!
- Ah é, então boa sorte aí pra escolher algo decente!
E ela saiu andando de nariz empinado com a cara emburrada. E lá fui eu atrás dela. Óbvio.
- Mary, espera...
- Não, agora se vira, não precisa da minha ajuda!
- Mas eu não falei is... ACHEI!
- Achou o quê? - Ela se virou para mim com um ponto de interrogação no meio do rosto. Não literalmente, claro.
- A fantasia! Uma dessas você nem cogita a possibilidade, né?
- Se eu tivesse visto, talvez...
- Vou levar essa!
- Mas você nem experimentou, Lou! - Ela fazia careta, como se não aprovasse a fantasia, ou então era coisa de garota, que tem que experimentar tudo cinco vezes só pra ver se ver se realmente ficou bom.
- E daí, qualquer coisa fica perfeita em mim...
- Só por que você tem olho azul, não significa que você pode ser convencido.
- Vamos logo tomar um Milk Shake e comemorar que finalmente saímos dessa loja.
- Um adolescente com idade mental de sete anos. Parabéns, Louis, superou minhas expectativas. - Marie revirou os olhos e  saiu primeiro da loja. Não sei por que, mas eu tenho a leve impressão de que a irritei.

***

Depois de um tempo, compramos a fantasia, o Milk Shake e saímos andando pelo shopping, conversando e rindo. Aparentemente, o Milk Shake de chocolate gigante de Mary tinha melhorado o humor dela em praticamente... três segundos. Em uma escala de zero a dez? foi de quatro à onze. Sem brincadeira.
- Sério, vou manter Milk Shake por perto sempre que estiver com você. - Falei para ela enquanto estávamos parados em frente a uma loja qualquer de roupas. Ela parecia realmente interessada.
- Como assim?- Ela desviou o olhar da vitrine para mim.
- Não, estou dizendo que aquela história de chocolate melhorar o humor é verdade. Acabei de comprovar.
- Quê? Mas eu não estava mau-humorada! - Mary cruzou os braços e me encarou séria.
- Hey, não precisa me olhar como se eu fosse um maníaco psicopata que você quer matar, só comentei!
- Toma, não quero mais. - ela estendeu o braço com o copo na mão. Já comentei que o copo era gigante?
- Sério, pode ficar! Se quiser eu te dou outro! esse negócio é milagroso.
- Louis, se você se atrever a dizer mais uma vez que eu sou chata, eu jogo o resto de Milk Shake na sua cabeça, aqui, no meio do Shopping. 
- Cai dentro, então! - Tá, eu falei por falar, mas ela levou a sério. Então pode imaginar a cena de dois seres humanos no meio do shopping tentando jogar Milk Shake um no outro. Sim, tenso.
Bom, o fim já era muito previsível, terminamos no chão cheios de Milk Shake em nossa roupa e no cabelo. Marie estava pior que eu, com certeza.
As pessoas nos olhavam estranhamente. Isso seria óbvio, já que coisas do tipo não acontecem todo dia.
- Você é um grande idiota retardado! eu adorava essa roupa!
- Pode continuar adorando, depois de lavada, claro.
- Grrrrrr!! Você me paga, Tommo!
- Ah, não foi tão ruim, pense pelo lado bom, você está gostosa.
- Quê? - Eu diria que ela me olhava indignada, mas como seu rosto estava todo lambuzado, eu não tinha certeza.
- Pena que eu não tenho mais nada aqui comigo que pudesse te machucar, se não eu jogaria no meio da sua fuça!
Ponto Positivo: estávamos ambos gostosos e comestíveis. Eu me lamberia, se isso fosse possível.
Ponto Negativo: Teríamos que voltar para casa como duas aberrações. Mas isso era o de menos.
Enfim, Marie se irritou tanto comigo que saiu pisando duro. Ela provavelmente ia embora.
Depois de pegar alguns (muitos) guardanapos, corri para onde ela tinha ido, no banheiro. Esperei do lado de fora, queria evitar o problema de alguém me expulsar de vez daquele shopping. Não faltava muito pra isso.
Alguns minutos depois Mary saiu do banheiro, um pouco mais limpa, mas ainda com cheiro de chocolate.
- O que tá fazendo aqui ainda? - ela perguntou depois de dar de cara comigo.
- Desculpa, ok?
- é sério, ou está só se desculpando por se desculpar? - Ela pegou os guardanapos e depois olhou para mim.
- é mais a segunda opção, tipo, foi muito engraçado, mas você é minha amiga, então estou pedindo desculpa.
Ela sorriu.
- Ah, sem problema, Louis, até que não foi tão ruim. - Mary sorriu de novo e saiu andando, como uma criança feliz.
Por que criança feliz? Bom, ela saltitava e sorria como uma idiota. Além de ter chocolatem em todas as partes. É, não posso falar nada, eu também estava sendo idiota, mas a bipolaridade dela me tirava do sério, isso é certeza. Essa garota me deixava maluco!
- Vai ficar aí igual estátua, ou vai vir comigo? - Ela me tirou de todos pensamentos.
- Ah, tá, já vou...
E saímos andando, quase tão parecidos como bonecos de chocolate.

Niall POVs

Era um sábado a tarde, e eu estava em uma loja de fantasias em uma rua no centro de Londres junto de Gabriela. A loja era simples, mas era enorme. Tinham muitas opções de fantasias, sem contar o número de provadores. Alguém poderia se perder ali dentro, sem brincadeira.
- E o que você acha dessa? - Gaby me mostrava mais uma fantasia. Era provavelmente a sétima que ela pedia opinião.
- Ah bonita... De qual personagem é essa?
- Dorothy, o mágico de Oz. - ela me respondeu sem tirar os olhos da fantasia. - Dancei essa peça no ano passado, mas não fui ela, fui o espantalho. - Eu queria rir. espantalho? Isso era estranho. Mas antes que eu fizesse, ela me olhou séria. - E não ria, foi um bom papel, mesmo assim era um dos principais.
- Mas essa fantasia é quase igual a da Alice no País das Maravilhas. - ela estreitou o olhar e encarou as duas fantasias.
- Não, definitivamente não. Elas são totalmente diferentes.
Eu não via a mínima diferença. Talvez no sapato, já que o da Dorothy era vermelho e o da Alice era preto, mas de resto... Whatever.
- Ah, e essa aqui? - Ela puxou um cabide e me mostrou com empolgação.
- Fada? Sério mesmo?
- ah... - Ela deu de ombros. - É, talvez seja estranho.
- Eu acho essa legal. - Mostrei à Gaby uma roupa egípcia.
- Não... É provável que tenha alguém com uma dessa...
- as vezes não. - Devolvi o cabide no lugar.- E que tal ir como uma Deusa grega ou Romana? Poderia ir de Afrodite...
- Vou levar isso como um elogio... Mas mesmo assim, talvez não seja exatamente muito criativo.
- Ah, eu acho diferente, aposto que não vai ter ninguém igual, talvez uma ou duas pessoas, mas isso é insignificante.
- Geralmente, Nialler, as pessoas tentam ser diferentes nessas festas, e por tentarem ser diferentes, elas acabam sendo iguais.
- Sua lógica me deixou confuso. - Meu cérebro estava em um momento "loading".
- ah, não entendeu porque não quis...
Tá, eu realmente não entendi.
- Gaby, porque você não experimenta essas que estão aí com você e depois se não gostar de nenhuma você procura outra?
- Ah, claro... - Então Gaby se virou para ir em direção aos provadores. - Você vai me esperar aqui para dar opinião nas fantasias, certo Duende?
- Claro, eu não tenho outra escolha, tenho? - Perguntei escorado na parede.
- Não, mas é sempre bom conferir. - Dando um sorriso de lado, ela fechou a cortina.

***

- Pronta, Bibi?
- É, acho que sim... - Pelo tom e sua voz, não poderia confiar muito que ela havia gostado.
Quando ela abriu as cortinas pretas, arregalei os olhos. Nunca em toda a minha vida tinha visto uma fantasia tão, mas tão curta. 
- O quê é isso? - me tom era de espanto.
- Era pra ser uma fantasia da Tinker Bell, mas depois que eu a vesti, acho que uma "Mulher da Vida" a esqueceu aqui...
Ela continha a mesma expressão que eu nos olhos. Uma mistura de surpresa/receio/medo/espanto. A roupa era realmente curta. E em minha humilde opinião, acho que aquilo deveria voltar para a loja de itens eróticos de onde veio, já que definitivamente aquilo NÃO era considerado uma roupa.
Sem que eu falasse nada, ela voltou para o provador. 
Pouco mais de cinco minutos depois, ela reabriu a cortina.
- Demorou mais que o necessário. - A zoei.
- Desculpe, Loiro Oxigenado, mas não foi tão simples assim fechar o zíper e colocar o corpete. - Dessa vez ela usava aquela fantasia do Mágico de Oz, daquela tal Dorothy. Sim, era muito, eu repito MUITO melhor que a outra.
- O que achou, "jurado particular de fantasias"? - Ela virava de um lado para o outro na frente do espelho.
Essa fantasia era azul, branca e vermelha, na verdade, apenas os sapatos eram vermelhos, mas não pude deixar de notar que esse corpete a deixava com a cintura bem aparente.
- Você está muito linda.
- Obrigada! - Ela tinha um sorriso sincero nos lábios. - Ainda tenho mais uma fantasia ara experimentar... 
E assim se passaram mais alguns vários minutos. Gabriela experimentava e pedia minha opinião.
Ela acabou por provar até mesmo aquelas fantasias egípcias e de deusa grega, e sendo sincero, ela realmente parecia uma, mas esse comentário não precisa sair daqui.
No final, ela acabou escolhendo uma até mais normal do que eu imaginei.
- Bom, agora precisamos ver a sua, mesmo que eu esteja com uma breve sensação de que estou esquecendo de alguma coisa...
- Er... Gaby, lembra que hoje é sábado, certo?
- Sim, hoje é o dia da minha apresentação... - Ela respirou fundo depois da resposta.
- Lembra o horário que tem de estar lá? 
- sim, as cinco horas eu preciso chegar lá para faze maquiagem, cabelo, ajustes finais e ainda passar algumas partes antes do público chegar.
- E você sabe também que são quatro e quarenta e cinco, certo?
- O QUÊ?
Bom, depois disso, tudo aconteceu muito rápido, minha narração te deixaria ainda mais confuso, mas posso resumir tudo dizendo que Gabriela teve um ataque histérico do provador até o caixa, onde pagou a fantasia e me fez correr igual a um fugitivo para o carro. Depois de estarmos dentro do mesmo, ela gritou tanto no meu ouvido, que fez com que eu perdesse meus sentidos momentaneamente.
Passávamos iguais a dois loucos pelas ruas de Londres, mas era isso ou uma garota maluca gritando com você.
 Cerca de trinta e cinco minutos depois, chegamos em frente ao teatro onde ela se apresentaria. 
No estacionamento estava uma grande correria com figurinos e figurinistas, dançarinos, assistentes de palco, manobristas, exatamente todo o tipo de pessoas que você poderia imaginar.
Gaby já tinha recebido cerca de sete ligações de sua professora, que aliás, estava tendo um filho o outro lado da linha. Claro, hipoteticamente. Nossa desculpa era um tanto quanto óbvia e sem dúvidas muito normal e "acreditávél" (vamos fingir que essa palavra existe, nesse momento, nada se encaixa melhor que ela). Tudo foi por causa do transito.
- Gabriela, se eu tivesse tempo eu te daria uma boa de uma bronca, mas o tempo é curto! Direto para o camarim, Odette!
A professora dela veio direto em nossa direção, como se estivesse realmente a nossa espera.
- Ode o quê? - Me vi perguntando.
- Trouxe de novo esse rapaz, senhorita Tomlinson? 
Não sei se o objetivo era me ofender ou me deixar sem graça, mas preferi não pensar nisso.
- Desculpe-me senhora, mas nós acab...
- Sem desculpas, mocinha! A Maquiadora e cabeleireira estão a sua espera, a costureira também está pronta para ajustar seu corpete, então trate de se apressar! 
Bibi sem contestar uma palavra saiu correndo e mexeu os lábios me dizendo algo do tipo "não se preocupe, vá fazer algo legal e depois volte".
- E você rapazinho... Fora daqui, esse não é um bom momento ara visitas.
É, talvez seguir o conselho de Gaby fosse melhor... Se eu ficasse aqui, era provável que ainda me batessem...
Entrei o carro e fui me arrumar para a apresentação.

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Nota da Autora: HAAA! sou uma garota ninja! Consegui escrever esse capítulo até que rápido, mas se ele ficou bom, aí já é outra história... 
Quem sabe amanhã não tem outro, certo? Vou tentar escrever amanha, já que não tenho aula (uhuuu), torçam para que eu consiga :) 

Kisses peolple! Love ya!

ass: Gabriela ;p

AVISO IMPORTANTE



Olá pessoal!


Primeiro de tudo eu queria me desculpar por não postar a muito tempo... Algumas muitas semanas, aliás, mas eu tive alguns problemas com o blog. Era como se ele não existisse mais para mim, mas não havia saído do ar. Sim, estranho, também concordo com isso. Depois de mudar senha, e-mail e muitas outras coisas, o blog voltou a funcionar devidamente para mim, mas o tempo não me permitiu que continuasse escrevendo.
Bom, estou no quarto bimestre escolar, e como eu não fui muito bem em no anterior, vou correr atrás nesse um mês e meio de aula, por isso, as postagens vão se de acordo com o tempo que eu conseguir escrever.
Já tenho alguns capítulos da Festa a Fantasia prontos, porém, queria fazer uma ponte com um ou dois capítulos sobre Niall e Gabriela.
Sim, tenho várias surpresas para a Festa, particularmente acho que está legal, por isso, até quinta feira eu vou tentar postar um capítulo "Gaby e Niall" e já na próxima semana postar os primeiros que vão dar início a festa.
Peço desculpas mais uma vez pela minha inconveniência... Não era a intenção, juro, mas além dos problemas com o blog, uma falta de inspiração em tomou, então sem sucesso para bons capítulos... Espero que isso mude nesse dois dias e que eu consiga escrever algo decente e criativo...
Mais uma vez peço desculpas! De coração, gente! Escrever é parte de mim, ficar sem isso é horrível! Eu garanto a vocês que não foi legal ter ficado longe do "Can I Trust You?" ...

Mil MaliKisses e dezenas de HoranHugs ><



ass: Gabriela



quinta-feira, 19 de setembro de 2013

2ª Temporada 38º Capítulo



Louis POVs

Como um bom irmão que eu sou (lógico), resolvi buscar Gaby nos ensaios. Mentira, só ia buscar ela porque eu ia passar na frente da academia de dança.
Estacionei o carro ali na frente, liguei o rádio e fiquei esperando ela aparecer, já que eu tentei ligar, mas a ligação caia na caixa postal. 
Passou algum tempo, então eu a vi já sem uniforme com o Niall e a Marie atrás dela. Eles todos estavam rindo.
Demorou um pouco até ela me ver ali parado.
- Ah, oi Louis! O que você tá fazendo aqui? – ela parou do lado da janela.
- Vim te buscar. – Disse simples.
- Sério mesmo? Pensei só que você gostasse de ficar aí! – Ela usou tom de ironia na voz.
- Não seja irônica, Gabriela. Isso não funciona. Não com você...
- É que você quase nunca vem me buscar, o que te trouxe aqui? - Ela usou um tom de voz de gente rica e esnobe, ela estava tentando fazer graça, não sei para quê, e aliás, isso não estava funcionando.
- Estava passando aqui por perto, o horário batia com o fim do seu ensaio, então aproveitei.
- Hm... Se for assim, aceito a carona, mas vai ter que levar meus amigos juntos.
- Tenho cara de taxista?
- Quer que eu seja sincera, ou quer que eu minta? – Ela arqueou uma sobrancelha.
- Minta.
- Então não, você não tem cara de taxista.
- Vou me lembrar disso da próxima vez que você pedir um favor.
- Eu não te peço favores, Lou! – Ela levou uma mão até o coração se fazendo de inocente.
- Olha Gaby, se você não quer a carona então pronto, e só falar! – Falei sem paciência.
- é que Niall e eu íamos até a loja de doces. Ele prometeu me pagar uma fatia de bolo.
- Então eu posso ir pra casa? Vocês não querem carona?
- Não, valeu! – Niall respondeu.
- Opa, falem por vocês! Eu quero carona, Lou! – Marie passou na frente de Gaby e abriu a porta do passageiro.
Gabriela deu de ombros e se dirigiu à Marie.
- Vai dormir lá em casa mesmo?
- Sim, temos que terminar o trabalho de História, assim já aproveito e fico por lá. – A Mary vai dormir na minha casa e eu sou o último a saber?
- Ok, você tá com as roupas aí, ou quer que Louis passe na sua casa pra você pegar alguma coisa? – oi? Eu continuo aqui! Só acho, que antes de me oferecerem pra fazer qualquer coisa, devem perguntar para mim!
- Não, tá tudo aqui, não se preocupa. – Ela colocou o cinto e se despediu de Gaby e Niall. Fiz o mesmo e liguei o carro.
- Obrigada, me salvou de segurar vela! – Mary olhou para mim sorrindo.
- Vela?
- É, praticamente isso. Gaby e Niall tem seus assuntos malucos que só eles entendem, aí pessoas como eu ficam boiando na conversa inteira.
- é, eu te entendo. – Respondi sincero. É verdade, ninguém entende uma conversa inteira de Gabriela e Niall.
- Ah, obrigada pela carona, olhos bonitos.
- Olhos bonitos? – Por que Marie estava me elogiando?
- Ué, nunca falei isso? – Neguei. – Pois então eu estou falando agora, seus olhos são lindos.
Fiquei a encarando por um tempo, até ela tirar a atenção de mim e colocar os fones de ouvido. Eu diria o mesmo sobre os olhos dela, se ela não tivesse tão distante de tudo.

Mary POVs

Como se eu estivesse na minha própria casa, peguei o computador de Gaby e comecei a usá-lo. Simples, eu estava sem NADA para fazer, e o tédio estava grande. Então já que eu ia passar algumas horas ali, por que não começar a pesquisa, ou então ver algo inútil? Coisas desprezíveis são mais interessantes, mas eu precisava pelo menos começar a pesquisa do trabalho...
MENTIRA! Trabalho o caramba, vou ver qualquer outra coisa aqui... Argg!! Odeio História!
Então tá... Vamos pesquisar... Significado do nome Marie. Ah, essa foi fácil! Marie: Variante francesa do nome Maria. No original em hebraico, "myriam" significa senhora soberana, ou "aquela que ocupa o primeiro lugar". Outras traduções indicam significar também "amarga".
Tá, eu não sou amarga! É sério, eu sou um doce de pessoa! Que coisa mais falsa essa última parte! Ridículo.
- O que você tá fazendo mexendo no meu computador?! - Gabriela surgiu no quarto me dando um susto.
- Sua ogra! Precisava me assustar?!
- Sim!! Quem te deu permissão de mexer aí?!
- Eu, ué! Estava aqui sem fazer nada... 
- Aí você acha que tem toda a liberdade de ligar meu computador e fazer o que quiser?
- Gabriela, para de fazer drama, querida, isso já tá chato.
- Nossa, que irritada!
- Lógico! Por acaso é legal ser chamada de "amarga"?
- Sei lá, ninguém nunca falou isso pra mim.
- Palmas pra você, então!
- Mary, eu vou te bater! Mas que saco que você tá! O que você tá vendo aí pra ficar tão revoltada?! - então a Gaby e toda a sua delicadeza, me empurraram para fora da cadeira.
- Pedir licença não é tão difícil! - Murmurei baixo enquanto ela olhava o computador.
- Ah, você estava pesquisando o significado do seu nome? Vou pesquisar o do meu!
- Boa sorte, mas eu só acho que não vai ser nada muito bom, viu o meu? Não gostei! - Me ignorando completamente, ela continuou.
- Achei! Gabriela: Nome de origem Hebraica que significa "filha de Deus".O nome é uma variante de Gabriel. De natureza carinhosa e bondosa sabe repartir o amor indistintamente. Sabe que fazer de menos aos outros não a exalta. Tem um extraordinário humor e possui fortes princípios pelos quais se guia. Não se exalta pessoalmente pelo bem que faz, não desiste daquilo que quer... Haha, adorei!
- Ahh, o que o mundo tem contra mim?
- Estressada! - Ela riu da minha cara, que filha da mãe! - quer ver o significado dos outros?
- Ah, pode ser... mas e o trabalho de História? - Estava perguntando por perguntar, na verdade não queria pesquisar nada. Isso já ficou claro, certo? Ok...
- Depois a gente resolve isso. Vamos lá, significado do nome Kemelly.... Kemelly: Variante de Kemal, de origem árabe significa "a perfeita"Independente, decidida e com um magnetismo invejável, é uma pessoa de muito poder. Tem uma grande sensualidade e sabe como explora-la muito bem. Tende a ser ciumenta e possessiva, o que é um grande defeito...
- Nossa... A kemelly é sensual? Essa é novidade! - Falei  arregalando os olhos.
- Me assustei com a parte do possessiva... Temos que dar uns alertas no Liam, ele tem que ficar experto...
- Próximo nome... Vamos ver o significado de Helena. - Falei para Gabriela. Isso estava sendo bem divertido.
- Helena: Nome de origem Grega, têm o significado de "Tocha, luz". Muito ligado em dinheiro e posição, sua personalidade se sobressai quando está diante de um desafio. "Vem quem tem" seria um bom lema na sua vida. Não gosta de brincadeiras. As vezes um pouco distante e severa. Deve tomar cuidado para toda esta eficiência não estar escondendo uma pequena insegurança. - Ela terminou de ler fazendo um estalo com a língua.
- O nome dela significa tocha? - Perguntei e Gaby confirmou. Não pude evitar um ataque de risos.
- Tocha! Que coisa ridícula!
- Falou a garota "amarga". - ela falou revirando os olhos. Parei de rir na hora.
- Como você é estraga prazeres, Gabriela!
- Vamos para o próximo nome... - Que ignorante essa, garota! Vontade de bater nesse ser humano!
- Que se dane...
- Leticia: Vem do Latim, significa Alegria Plena. Não é adapto à pertencer a grupos. Gosta mesmo de cada coisa a seu tempo. Quando sai com alguém, não quer saber de mais ninguém por perto. É assim que sente-se totalmente à vontade, conseguindo até tirar de letra qualquer desentendimento que venha surgir. Uma coisa que o deixa muito nervoso é ter que tomar uma decisão. É teimoso, preguiçoso ou mesmo desligado.
- Estranho... - comentei.
- O quê? A parte de não se adaptar a grupos?  Talvez isso esteja errado...
- Pesquisa um último nome? - troquei de assunto rapidamente.
- Qual você quer que eu pesquise?
- Zaynne...
- Zaynne? Mas... 
- Só pesquisa, Gaby... - Ela suspirou e digitou o nome. Logo em seguida começou a falar:
- Zaynne: Nome de origem Árabe, significa "a temerosa". pode vir a ter vários problemas na vida, mesmo que não os busque para si. Mas é alguém que possui um grande coração, tem criatividade e bastante vitalidade também. Gosta da privacidade e costuma ter muitos segredos que não divide com ninguém. Tem uma personalidade mutável de acordo com as situações. Talvez por isso na maior parte do tempo as pessoas não conseguem entendê-lo.
- Hm... - Murmurei assim que Gabriela terminou de ler.
- Agora me explica, por que odeia tanto ela? - Ela virou a cadeira até estar de frente para mim.
- Eu não a odeio! - Tentei me defender.
- Marie, não minta para mim! Sei que você não gosta dela, mesmo não tendo motivo para isso. Escutei muito bem quando disse "vai tarde" para ela hoje. Me conta a verdade?
Eu fitei minha amiga por um tempo, até bufar, levantar e me jogar em cima da sua cama.
- Eu não sei...
- Como não sabe? - Ela fez uma careta confusa. Eu estava igual ela.
- Só não sei! Ela parece ser perfeita demais. Meu santo não bate com o dela, simples! Ela parece não gostar de mim também, temos apenas esse sentimento recíproco.
- É mais que isso, Mary. Tenho minhas suspeitas, mas se eu falar, você provavelmente vai negar, afinar a voz e fazer careta, então vou esperar você primeiro assumir para você mesma, e depois eu posso jogar na sua cara que eu estava certa. - Ela continuou com a expressão séria, como se entendesse o que eu sentia, mas eu estava mais que confusa. Com o que ela havia dito e com o que eu estava sentindo, e com o quê eu deveria sentir. Tá, acho que preciso de um psicólogo.
Ela se virou e começou a digitar. Tentei pensar de todos os jeito no que ela havia dito, mas era como se uma névoa encobrisse meus pensamentos.
- Gabriela, será que você pode falar mais especificamente? Sou um pouco lenta, você sabe...
- Sabia que existe uma deusa do Xadrez? É a deusa Caíssa, ela é a protetora dos Jogadores.
- Não muda de assunto...
- Sabia também que têm todo um significado espiritual por trás desse jogo? Era algo como o bem e o mal, a vida e a morte.
- Você me irrita, sabia?
- Sim, Mary, sou irritante, mas agora vamos ver o que mais de interessante podemos achar sobre esse jogo intelectual...
- Claro, já que me explicar o que devia saber ninguém explica, vamos ver sobre uma coisa que nunca vai fazer diferença na minha vida...
- Eu sei que você me ama, tudo tem seu tempo, e agora é hora de fazer o trabalho de História, então para de pensar em qualquer outra coisa e se concentra no Xadrez.
- Claro, senhorita responsável.
***
Já se passava da meia noite. Tínhamos passado um pouco mais de tempo fazendo pesquisas do que planejávamos, mas em compensação, ainda vimos um filme e comemos Hambúrgueres.
Nos deitamos eram quase onze horas, mas ao contrário de Gabriela, que caiu no sono e ficou igual a uma pedra, eu só conseguia me revirar na cama, mas não pelo fato de não conseguir dormir, mas sim porque Gaby conseguia ocupar a cama de casal inteira! Sim, ela é um bicho preguiçoso e muito, MUITO espaçosa.
Me levantei da cama e comecei a procurar por algo bom para se fazer de madrugada, mas como nada de  me veio a mente, resolvi descer até a cozinha e só beber um copo d'água, olhar para o nada e esvaziar a mente.
Desci as escadas sem fazer um mínimo barulho, quer dizer, tirando as vezes em que eu tropecei no gato de estimação da Gaby. Mas fora isso, cheguei a cozinha sã e salva, e então coloquei em prática aquilo que eu tinha dito sobre "olhar para o nada e esvaziar a mente".
Teria funcionado se eu não tivesse escutado barulhos.
- Marie, o que 'tá fazendo aqui?
- Ah Louis, é você! - Coloquei a mão no coração. - Também quer me matar de susto?
- Não sabia que você estava aqui...
- Tudo bem... - Me encostei na pia de novo bebendo mais um gole de água. Me senti envergonhada por estar de camisola, mas depois que prestei um pouco mais de atenção nele, ignorei a vergonha.
- Não consegue dormir? - Ele me perguntou enquanto abria a geladeira. Louis estava meio grogue, com o cabelo totalmente bagunçado, descalço e estava apenas de cueca.
- Conseguiria se sua irmã não ocupasse a cama inteira.
- Se você a virar de costas pra você, ela não te enche mais o saco.
- Como sabe? - Perguntei curiosa.
- Anos de convivência... - Estreitei o olhar e ele riu de minha careta. - Tiveram algumas vezes quando éramos menores que tivemos que, infelizmente, dividir a cama, colchão ou o que seja. Tive que achar um jeito de ter uma noite de sono.
- Nossa, não conheço nenhuma dessas histórias. - Falei rindo e ele me acompanhou.
Ficamos em silêncio pelo que parecia uma eternidade, mas na verdade se passaram apenas alguns segundos. Mas então Louis falou:
- Mary, se importa se eu fazer uma pergunta?
- Não... - Na verdade sim, eu me importava. Geralmente as perguntas que as pessoas pediam permissão para fazer eram impróprias ou realmente idiotas.
- Por que você tinha tirado satisfação com aquela garota loira hoje mais cedo?
- Por que ela estava dando em cima de você. - Disse dando de ombros, mas depois vi que essa frase poderia fazer Lou entender tudo errado. - Você tem namorada, isso é meio óbvio...
- Marie, tem certeza de que foi só isso?
- Claro que tenho! Faria isso com qualquer um dos meus amigos, e aliás, só minha opinião, mas daqui pra frente eu aposto que o número de garotas oferecidas pra cima de você vai triplicar.
- Não desvie a conversa.
- Não estou desviando nada! Só falando a verdade, você é meu amigo, que tipo de pessoa eu ia ser se deixasse aquela estranha se jogar, literalmente, pra cima de você?
- Ia ser uma garota que eu já beijei algumas vezes...
- E o que isso tem haver com a história? Está insinuando que eu estava com ciúmes? 
- Não distorça o que eu falei, Mary! - ele levantou as mãos na altura dos ombros. 
- Não estou distorcendo, Louis, só estou falando aquilo que eu entendi. E daí se alguma vez eu já beijei você? Não foi nada demais, certo? Você continua com a Zaynne de qualquer forma.
- Você fala como se fosse algo ruim, mas você também continua com o James e nem por isso eu saio por aí falando mal! - Esse garoto está acabando com o meu bom humor da madrugada.
- Mas eu nunca falei mal! Louis, essa conversa tá levando um rumo totalmente diferente...
- é você tá certa... Só tinha ficado curioso para saber...
Respirei fundo e bebi o resto da água.
- Só fiz aquilo porque fiquei incomodada. Não foi ciúmes, Lou, não do jeito que você está pensando, mas a atitude daquela líder de torcida, foi de irritar até quem não estava ali. - Fui andando em direção a porta da cozinha.
- Foi só isso?
- Sim... Boa noite, Boo. - Olhei para ele antes de sair de lá.
- Vê se nãos e esquece de empurrar a Gabriela. - Ele falou alto para que eu escutasse.
- Claro! - Falei de volta, mas retornei até a cozinha, precisava dizer mais uma coisa antes de dormir. - Ah, antes que eu me esqueça, bela cueca!

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Nota da Autora: Olá gente! Tudo bem?  Desculpem eu estar postando hoje, mas tive que terminar uma maquete, então teria sido impossível postar ontem. Sem contar outros mil e um problemas que eu tive. So sorry! Essa foi a primeira e última vez que posto atrasado.

Enfim, esse capítulo foi um pedido de uma amiga minha, ela me deu algumas ideias e o resultado foi esse. Espero que goste, cereja! Fiz para você ><

Vejo você semana que vem!!!! (no dia certo)


Lost of Love: Gaby xoxoxoxox



quarta-feira, 11 de setembro de 2013

2ª Temporada 37º Capítulo



Niall POVs

Já era quase fim da tarde, por volta das 16:00 p.m., estava sem nada para fazer, então minha mente me deu uma ideia até que interessante.
O almoço tinha sido um tanto quanto divertido. Teria sido mais se não tivéssemos ficado falando tanto, assim eu podia ter comido outras coisas. Mas fora isso, foi legal.
Passei pela porta de entrada da academia de dança com as mãos nos bolsos da calça. A recepcionista me encarou, mas não disse nada, agiu como se já me conhecesse ou me achasse "inofensivo". Fico com a segunda opção, já que eu tenho certeza de que nós dois nunca nos vimos na vida. Eu garanto.
Segui algumas plaquinhas indicativas no teto e virando algumas vezes para a direita, outras pra esquerda, me deparei com uma sala que tinha a parede de vidro. Uma música até que "conhecida" vinha lá de dentro. Lembro de minha mãe dizer que essa música era um clássico de um tal compositor russo que eu não sei pronunciar, muito menos escrever o nome.
Varri a sala com o olhar até encontrar Bibi, que estava arrumando suas sapatilhas de ponta em um dos cantos da sala.
Uma mulher séria (extremamente séria), começou a dar instruções para Gaby. Ela sem questionar se levantou e se posicionou no centro da sala onde logo um garoto se pôs a dançar com ela. E assim foram alguns minutos, até ela desviar o olhar e parar em mim do lado de fora da sala. Com leitura labial identifiquei que ela disse algo como "Niall?!" e saiu da sala vindo me dar um abraço.
- O que está fazendo aqui? - Ela perguntou assim que se afastou de mim.
- Oi pra você também, Bibi. - Ela riu um pouco, mas voltou a perguntar.
- É sério, o que você 'tá fazendo aqui?
- Vim te ver dançar! - Disse como se fosse algo óbvio. Ela me encarou confusa. - Esqueceu que eu falei isso quarta feira passada?
- Ah... Verdade! Eu tinha me esquecido... - Ela ia continuar a falar alguma coisa, mas a voz daquela mulher que eu havia dito séria, a interrompeu com uma voz fria. Muito fria.
- Gabriela, sabe que não pode deixar os ensaios.
- Sim senhora, me desculpa. - Ela falou com os olhos levemente arregalados.
- Então o que está esperando? Venha logo e volte a dançar!
- Claro. - Gaby deu um passo, mas olhou para mim com dúvida. - Hum... Será que ele pode assistir à aula?
Ela me examinou de cima abaixo, me dando leves calafrios. Aquela mulher parecia estar com muito mau humor.
- Se ele ficar quieto no canto sem dizer absolutamente nada, sim, ele pode. - Sorri amarelo para a mulher. Já Gaby, tinha um grande sorriso no rosto. Ela olhou para mim e depois entrou na sala me puxando logo atrás de si.
- Ela é sempre assim? - Perguntei sobre sua professora.
- Não sempre. Geralmente ela é bem humorada, mas a costureira que iria fazer os últimos ajustes nas peças que vamos usar, ainda não chegou. - Gabriela me falava sem parar de me guiar até um local vago no fundo da sala. - Ela muda de humor muito fácil, então se comporte!
- Bibi, eu sou um anjo! - Disse me defendendo.
- Não, você é um duende maluco! - Ela silabou antes de seguir para o meio da sala e iniciar toda aquela dança de novo.
É, Gaby era bem delicada, dançava muito bem. E eu teria que guardar esses pensamentos para mim, caso contrário, seria amaldiçoado pela aquela professora má.
Ela seguiu dançando por mais alguns (muitos)minutos, até uma mulher afobada, com os rosto vermelho e respiração ofegante cruzar a porta. Ela tinha uma bolsa grande nas mãos e uma fita métrica envolta do pescoço.
-Desculpe-me o atraso, tive alguns imprevistos. – Ela se posicionou no centro da sala, despejando algumas fitas, alfinetes e miçangas no chão. Só eu não entendia pra quê daquilo tudo?
Os outros alinos ficaram de frente para ela e a professora, esperand receber alguma ordem. Era um tanto quanto engraçado observar.
- Preciso tirar a medida para as peças do cisne branco e do cisne negro. – Ela falou simplesmente, então Gaby e uma outra garota de cabelos pretos e ondulados que estavam presos, deram um passo para a frente.
- Mandy, vá você primeiro. – A professora falou e a garota foi até a costureira.
- Pensei que já tivesse tirado a medida, tanto que até já fez outras peças que vamos usar na apresentação. – Gaby falou.
- sim, mas essas peças estão praticamente prontas, e estão aqui, só preciso tirar as medidas para fazer os ajustes. – A mulher respondeu sem olhá-la.
- Mas não seria mais fácil experimentar as roupas e só colocar alguns alfinetes e pronto?
- Gabriela, não questione os modos dela de trabalhar. – A professora a olhou dura.
- Não, ela tez razão. Assim será mais rápido.
Gabriela ficou ali parada como uma estátua, sem questionar o que a professora havia dito. Mas ela tinha um meio sorriso no rosto, já que aquela mulher resolveu seguir o que ela tinha dito.
A costureira estendeu dois maiôs trabalhados para Gaby e a outra garota. Logo em seguida deu uma saia. Como era o nome disso, mesmo? “Tutus”?
- Vistam e venham até mim para ajustar.
 Primeiro foi aquela tal de Mandy. A mulher puxou, para os lados, pra cima, passou alfinetes e depois fez a garota retirar com cuidado para não tirar nenhum dos alfinetas. A Mandy precisou da ajuda de duas outras bailarinas para conseguir tirar aquilo.
Bibi respirou fundo e foi com muita má vontade colocar aquela roupa. Depois que ela o vestiu por cima da sua roupa mesmo, e fechou o zíper,  a costureira começou a fazer o mesmo que tinha feito com a cisne negro.
- Sua cintura é mais fina do que eu pensava, qual é o tamanho? – A costureira perguntou enquanto colocava trilhões de agulhas para ajustar.
- quando você mediu? 64cm. – Gaby respondeu fazendo caretas enquanto a mulher apertava mais e mais o maiô.
- Nossa, cinturinha de Barbie! – Uma das meninas que tinha ajudado a garota de cabelos pretos sair da roupa falou. Gaby começou a corar.
- Obrigada, eu acho...
Logo em seguida ela começou a tirar aquela roupa toda bordada, com a ajuda das outras meninas, é claro, e veio falar comigo.
- Niall, eu ainda vou ficar aqui por mais uma hora e meia, não quer ir embora?
- Não, eu te espero, assim depois a gente passa em alguma loja de doces e come alguma coisa.
- Hm... A palavra “doces” já abriu o apetite! – Ela começou a rir.
- Então eu vou continua calado aqui, como se eu não soubesse falar, ok?
- Você é quem sabe... – Ela se virou para voltar ao centro da sala, mas um das bailarinas a parou.
- Gaby, você ainda não apresentou seu namorado!
Eu juntei as sobrancelhas e ela fez o mesmo.
- É que... nós não somos... namorados. – Gaby olhou confusa pra mim, eu a olhava da mesma forma.
- sério? Pensei que fossem!
- É, pensou errado... – Gaby falou rápido.
- De qualquer forma, eu sou Melanie. – A garota estendeu a mão pra mim com um sorriso.
- Eu sou Niall.
- Todos aqui no centro! – A professora falou batendo palmas e a Gaby se retirou olhando para nós de soslaio.
- Bom, depois conversamos, agora eu tenho que dançar!
- Claro, vai lá Melanie. – Eu estava sem graça pela situação.
- Ah, me chame de Mel! Tchau, Niall, nos falamos depois.
Não respondi, olhei confuso pra Gaby e ela revirou os olhos. Desde quando eu pareço namorado da Gabriela?

Harry POVs

A aula de natação de Leticia não é nem um pouco cansativa de se assistir, se é que você me entende.
A única coisa que me incomodava ali, era o treinador dela. Ele precisava usar aquela sunga tão minúscula? E o maiô dela tinha que ser tão estranho?
Com certeza o uniforme dessa academia não era o mais bonito que eu já tinha visto, mas quem sou pra falar alguma coisa.
Lelê já estava nadando a cerca de vinte minutos sem nenhuma pausa. Cansava só de olhar, mas ao mesmo tempo sentia ciúmes dela. Todos a olhavam e a invejavam  por ela ser realmente boa, a melhor naquilo que fazia. Ela era perfeita. E as pessoas ali viam isso, principalmente aquele treinador.
Talvez eu pareça obcecado, mas ele não tira os olhos dela nem por um segundo, e ainda me olha como se fosse me matar. Eu juro, que eu o encarei apenas algumas vezes, e meu olhar não foi tão intimidador assim, caso contrário ele estaria longe da MINHA Leticia.
Fiquei um pouco perdido com meus pensamentos, tanto que não havia reparado que o treinador da Leticia estava indo em direção a uma sala de qualquer coisa, a deixando na piscina. Achei estranho, afinal, faltavam vinte minutos para a aula dela terminar. Curioso, segui para a sala aquecida onde a piscina ficava.
Aproveitando que eu ia passar pelo vestiário, troquei minha calça jeans por uma bermuda. Sim, eu já estava planejando isso, e caso não desse certo, a gente achava alguma outra piscina.
Entrei em algumas salas, virei algumas vezes e então cheguei até a piscina, onde Leticia estava boiando.
Mergulhei o mais longe possível dela para que Lelê não percebesse minha presença lá e fui nadando submerso até estar embaixo dela. Depois disso eu agarrei o seu pé. Ela levou um susto tão grande que começou a se debater, e eu, comecei a rir loucamente.
- Harry, seu Imbecil! Eu podia ter morrido! – Ela jogava água em mim ainda com a cara de susto.
- Mas não morreu... – Eu disse em meio a gargalhadas.
Ela parece ter ficado realmente com raiva, já que pulou em minhas costas e tento me empurrar para baixo.
- Hey, calma! – eu ainda estava rindo.
Ela ainda tentava me afetar de algum jeito. Primeiro me jogou água, depois tentou me afogar e agora ela me dava tapas.
- Deixa de ser idiota, Styles! Você quase me matou!
Ela estava me batendo tanto que eu tive que segurar os pulsos dela, não que tenha adiantado, já que ela começou a me chutar embaixo d’água. Então minha única opção foi pressioná-la na parede da piscina até ela parar.
- Mais calma, pequena?
- Nunca mais faça isso! – Ela tinha a respiração acelerada e seu peito subia e descia freneticamente, mas mesmo assim ela mantinha os olhos dela fixos nos meus.
- Prometo. – Respondi sem desviar o olhar.
- Harry, o que está fazendo aqui? Veio só me assustar?
- Não, na verdade eu assisti a sua aula.
- Pensei que estivesse na academia... – Ela arqueou uma sobrancelha e me lançou um olhar desconfiado.
- Não... – Entortei meus lábios. – Preferi tomar conta de você, e aliás, existem muitos outros jeitos de gastar energia além de ir à academia.
- É pra mim levar isso para o lado malicioso, Hazza? – Ela deu um meio sorriso.
- Se você quiser... – Falei beijando seu maxilar.
Ela começou a gargalhar de uma forma divertida e sensual, que me fez rir junto com ela.
- Você é realmente maluco! – Leticia jogou seus braços em meus ombros.
- Sim, sou louco por você, mas acho que já sabe disso.
 Passei meus braços ao redor da cintura dela e a arquei para que ficássemos da mesma altura. Ela me olhou nos olhos e depois deu um beijo na ponta do meu nariz.
- Disso eu já sabia. – Ela sorriu. – Sabe do que mais eu sei?
- Não, o que?
- Que eu sou louca por você.
- Espera, eu preciso gravar isso pra próxima vez que você for me bater. – Fiz menção de sair, mas ela se segurou mais forte em mim.
- Deixa de ser bobo, Harry...
- Não estou sendo bobo, você que é a bipolaridade em pessoa, primeiro me bate, depois me beija, primeiro quer me afogar e depois fala que é louca por mim... To começando a achar que preciso de uma manual de instruções pra ficar com você...
- Ah é assim,então fica sozinho aí! – Leticia tentou se afastar, mas eu a apertei mais forte.
- Harry, me larga, seu ser humano desorientado! – Ela tentava empurrar meus braços pra baixo, mas concordemos, ela era muito fraca. – Harry, me solta! – Ela já estava rindo e eu também.
- Não até você dizer que eu sou o cara mais gato do mundo e que tem sorte de estar comigo.
- Pra que eu mentiria? – Ela falou séria e eu a encarei sério. Ela falou isso mesmo? Sacanagem.
A empurrei pra longe de mim e me virei para ir embora, só de brincadeira, claro!
- Harry, estava brincando, volta aqui! – Ela pulou em minhas costas me abraçando com os braços e as pernas, numa tentativa de me fazer ficar. Como se eu fosse realmente embora.
- Você me chamou de feio! – Me fiz de indignado.
- Ta legal! Você é a beleza em pessoa! Feliz agora? – Ela perguntou apoiando a cabeça no meu ombro.
- Não exatamente, eu ainda quero que você diga que sou o cara mais bonito e que tem sorte de estar comigo.
Ela respirou pesadamente, revirou os olhos e logo em seguida disse baixo e de má vontade.
- Você é o cara mais gato do mundo e eu tenho sorte de estar com você. – Eu já a olhava de frente.
- Credo, quanta má vontade pra me elogiar!
- Deixa de ser chato, Harold! Já falei o que você queria... – ela cruzou os braços na altura do peito, mas logo em seguida desfez para que pudesse não afundar na água.
- ótimo, agora me beija. – Joguei o maior charme possível.
- isso não estava no acordo. – Ela estreitou os olhos.
- Mas quem disse que fizemos um? – Fiz o mesmo.
- Você é irritante! – A voz dela saiu um pouco mais fina do que de costume.
- Vamos, dê um sorrisinho! – Comecei a cutucá-la.
- Não. – Leticia disse firme.
- Quer dizer que eu tenho que apelar?
- Apelar pra que? – ela parecia confusa.
- Para a minha arma secreta – fiz uma pequena pausa enquanto ela me olhava. -, as cócegas!
Me joguei em cima dela e comecei a fazer  cócegas na área da barriga. Ela ria e se contorcia freneticamente. O som da sua gargalhada já estava falho, e isso indicava que ela já estava sem ar.
Depois de um tempo fazendo palhaçada, aramos ofegantes para nos recuperarmos dos risos. Nossos rostos estavam vermelhos e doloridos de tanto rir.
- Não sei quem um dia te chamou de fofo, porque de cupcake você não tem nada! – ela falou com um sorriso nos lábios.
- Fala sério, vai dizer que não se diverte comigo? – Perguntei a abraçando.
- Nossa, Harold... – Ela me abraçou também. – Seu ego enorme me impressiona, não sei como ainda não explodiu essa sala.
- Aprendi com o Zayn... – Me defendi e ela se colocou a rir.
- Não sei como consegue achar tantos elogios para você! – Leticia olhava nos meus olhos.
- Você fala como se não gostasse de nada em você mesma... – Ela fez uma expressão estranha com o rosto. – Você não gosta?
- Pergunta difícil... – Ela desviou os olhos.
- Ah por favor, Lelê! Você é perfeita.
- mentir é feio, Harry! – Ela me encarou e tirou alguns cachos molhados que caiam na frente do meu rosto.
- Não estou mentindo! – Ela me olhou como se dissesse “e eu nasci ontem, Styles”. – Quer que eu faça uma lista?!
Ela não respondeu, mas quem não responde assente, então me puis a falar:
- Você é linda, se veste muito bem, tem a cabeça no lugar, uma das pessoas mais talentosas que eu conheço, toca guitarra muito bem, é divertida, tem um sorriso lindo e um olhar cativante. – Fiz uma pausa e ela continuou me olhando. – É a baixinha mais linda que já vi, tem uma família maluca que me faz rir sempre, tem a capacidade de me deixar louco com um toque, com um olhar! É a pessoa mais complicada que eu conheço, mas como eu amo um desafio, só faz com que eu me apaixone mais por você. É inteligente, fofa e fica linda quando está nervosa! Beija bem pra Caramba e isso ta virando um vício, você é...
- Chega, Harry! – Ela sorria abobadamente.
- E fica linda quando está sem graça. – Disse a encostando na parede.
- Eu disse pra parar...
- Mas eu disse que ia fazer uma lista... – Falei encostando nossos narizes.
- Eu poderia fazer uma lista maior ainda de você, com tudo isso e muito mais...- Ela disse agarrado meus cabelos da nuca.
- Sério? O que acha então ficarmos trocando elogios? Por que pra ser sincero, eu não estava nem na metade... – Sorri e ela fez o mesmo.
- Eu gostei, que tal começarmos com o que eu digo que você consegue me enlouquecer?
- Pode ser, mas só se praticarmos aquele último que eu disse estar virando um vício e outros mais... – Rocei meus lábios no dela. Leticia já estava de olhos fechados e os meus já estava pesando.
Percebi que por uma fração de segundos ela estava sorrindo.
- Então o que está esperando?
Rapidamente passei um dos meus braços por sua cintura, fazendo com que ela cruzasse suas pernas em minha cintura. Então a beijei.
Seus dedos estavam intercalados nos meus cachos segurando firme em meu pescoço, enquanto uma das minhas mãos segurava a sua perna e a outra o seu rosto.
Os nossos beijos eram lentos e extensos. Eu poderia dizer que são apaixonados, não estaria mentindo, mas com certeza iria soar muito gay.
O ar se fez necessário e por alguns segundos nós dois nos separamos. Mas assim que nos beijamos de novo, eu tomei impulso e nos afundei na água. Leticia sorriu entre o beijo e eu também. Abri os olhos para ver a expressão do rosto dela, e me deparei com duas bolotas castanhas escuras me encarando com felicidade.
Juntei nossos lábios e começamos outro beijo. Um beijo melhor que todos aqueles que já compartilhamos. Com certeza, o melhor beijo embaixo d’água que poderia acontecer.
Quando tivemos que voltar para a superfície para tomar fôlego e voltar ao que estávamos fazendo, nos deparamos com a figura do treinador da Letícia nos encarando.
Nos separamos rapidamente e eu pude repara nas bochechas coradas da Letícia.
- eu saio por dez minutos e quando eu volto você está se agarrando com o seu namorado dentro da piscina?! – Ela estava com os olhos arregalados e um tom de incredulidade na voz.
Eu tentava controlar o riso, enquanto Letícia parecia querer inventar uma desculpa esfarrapada qualquer para não levar uma bronca, o que seria inútil.
- Quem deixou você entrar?! – Ele olhou para mim exigindo uma resposta. Antes de responder, ele já estava balançando a cabeça para os lados e falando novamente. – Não importa, só fico feliz de você dois estarem na água, talvez isso amenizasse todo esse fogo de vocês dois!
Leticia arregalou ainda mais os olhos indignada com o que ele havia dito. Eu também estaria se não fosse verdade, é claro.
- Treinador, nos desculpe! Isso nunca mais vai acontecer, eu juro! Não era minha intenção que você nos visse assim ou nada do gênero, eu... Me desculpe por favor!
- Acho melhor você i pra casa junto com seu namorado, Leticia... – ele falou sério, porém mais calmo. – E não se preocupe, só não deixe isso se repetir. Te vejo na quinta-feira. – Ele começou a sair, mas então se dirigiu para nós dois. – E não traga mais seu namorado, ele sempre arruma um jeito de atrapalhar as aulas.
Assim que ele deixou a sala aquecida (muito aquecida, aliás), Leticia me olhou como se estivesse me matando. Depois quando eu falo que ela é bipolar, ela reclama.
Me desatei a rir da situação. Sim, foi muito engraçado. A cara do treinador era bizarramente hilária! Ao contrario de mim, Leticia levou as duas mãos ao rosto e murmurou coisas incompreensíveis.
- ‘tá vendo as coisas bizarras que você me faz passar, Harold?
- Ah, qual é! Foi divertido!
- Estava sendo divertido até o momento em que ele entrou aqui e nos viu daquele jeito. Com certeza ele deve estar pensando que estávamos dando uma “rapidinha”. – Comecei a rir pela preocupação da Leticia. – Imagina só a fama que eu vou ganhar aqui? “A garota que arrasta o namorado pra piscina apenas para se agarrarem”... preciso arruma outra escola de natação urgentemente!
- Lelê, pare de se preocupar com bobagens... Só tinha eu e você aqui, ninguém viu nada além daquele cara, e eu duvido também que ele vá espalhar algum boato sobre você.
- Talvez não tenha sido só ele! Lembra que tem janelas naquela parede? E vai me dizer que você não viu aquelas câmera ali em cima? – Ela apontou para dois pontos na sala. – Qualquer um pode ter nos visto! Ai meu pai... Eu to ferrada!
- Vem Lelê, vamos tomar um sorvete pra você esfriar sua cabeça, já que toda essa água não está ajudando nem um pouco.
Ela me olhou com ara de desgosto, mas quando ouviu a palavra “sorvete”, saiu da água igual ao “the flash” e foi para o vestiário tomar banho.
Saí da piscina rindo, ainda me lembrando do que tinha acabado de acontecer. Mais uma coisa a acrescentar na lista, ela é única em todos os sentidos, principalmente naquele que diz que ela é a única para mim.

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Nota da Autora: Hi, people! como vai a vida? haha
Então, eu gostei de escrever esse capítulo, finalmente tive inspiração para escrever algo legal sobre a Leticia e o Harry. Sim, eu sei que faltava historia para eles dois, mas agora eu estou dando meu jeitinho, então acho que vou resolver como fazer com que TODOS os personagens participem. Mesmos os novos.
O próximo capítulo, que aliás, eu já iniciei, eu pretendo fazer sobre outros personagens que quase não aparecem, pretendo introduzir mais a participação deles a partir de agra até o fim da 2ª Temporada. E caso vocês tenham alguma ideia para algum dos personagens, por favor comentem, assim eu posso aplicar a ideia de vocês na fanfic.
Enfim, meu recado é esse >< Milhares de beijos para vocês que leem meu blog!

 Gaby xoxoxoxo