Recado das autoras

Primeiramente, queríamos agradecer a todos que acompanham a nossa fanfic. Isso realmente é muito importante para nós. O nosso principal objetivo aqui no blog é deixar vocês interessados no que escrevemos. Por isso estamos dispostas a melhorar em tudo que vocês acharem necessário. Por isso pedimos para que vocês deixem o cometário em baixo das postagens, ou então entre em contato comigo pelo twitter @gabi_ptl. nós ficaria feliz se nos dissessem o que estão achando. Por isso queremos agradecer mais uma vez para todos os visitantes do site. Obrigada mesmo.

Ass: Gabriela e Leticia

(in English)

First, we wanted to thank everyone that came to our fanfiction. This is really important to us. Our main goal in this blog is to let you interested in what we write. So we are willing to improve in all that you think necessary. That's why we ask that you leave the cometary below the posts, or contact me at twitter @gabi_ptl. We would be happy if you told us what they're thinking.
So we want to thank you once again for all site visitors. Very, very, very thanks guys! we love u.

with love: Gabriela and Leticia


terça-feira, 29 de outubro de 2013

2ª Temporada 39º Capítulo


Zayn POVs

- Vamos logo, Zayn! Desse jeito não vamos chegar na agência nunca!
E essa era Helena me arrastando para uma tal agência de modelos. Segundo ela, tinham a chamado para ser modelo fotográfica a algum tempo, mas não sei o porquê dela vir apenas agora. Ela estava empolgada e ao mesmo tempo receosa.
- Lena, não precisa ter pressa.
- Claro que precisa! Eu estou nervosa! Imagina só, nós chegamos lá e tudo mais, e a mulher fala que não precisa mais de modelos para tirar nenhuma foto.
- Estar nervosa é uma coisa, agora ser negativa é outra. Você estava toda animada até sairmos da sua casa, foi só entrar no carro que eu não sei mais se você quer ir ou desistir.
- Eu quero muito ir! Mas ao mesmo tempo estou insegura...
- Sabe que não precisa estar, Lena. Você é maravilhosa, sabe disso, só precisa ser confiante. - Falei sem tirar os olhos da rua.
- Sim, sim, disso eu sei, estou tentando, mas minhas mãos estão tremendo e meu coração está acelerado...
- Nós já chegamos, Helena, já pode respirar fundo e descer do carro.
Ela mais rápido do que eu imaginei, saltou do carro e correu até a porta de entrada da "Agência Fiore". Ela parou de frente para a porta como se estivesse indecisa em entrar ou correr de volta para o carro, mas aparentemente ela escolheu a primeira opção logo após agarrar minha mão e me puxar junto dela.
Assim que entramos pude ver mil pessoas correndo de um lado para o outro com pastas, roupas, telefones e muitas outras coisas nas mãos.
Vi Helena sorrir e vi seus olhos brilharem. Ela estava feliz.
- Boa tarde, posso ajudá-los? - Um homem com a voz afeminada parou ao nosso lado e nos perguntou.
Helena pareceu se despertar e sorriu abertamente ao vê-lo, depois falou:
- Ah, sim. Bom, a algum tempo eu falei com uma mulher chamada Estefânia Fiore, pelo nome da agência, acho que ela é dona daqui.
- A senhora Fiore, você marcou horário com ela? - O mesmo nos perguntou enquanto ia em direção a uma mesa grande no fundo da sala.
- Na verdade eu não sabia que deveria marcar hora...
- Pois bem, querida. Então acho que infelizmente você não conseguirá folar com a Senhora Fiore. - Ele se sentou e de um momento para o outro ignorou nossa presença.
- Mas...
- Desculpe, fofa, mas sem hora marcada, sem visitas.
- Mas eu preciso muito falar com ela... - Helena já estava a ponto do desânimo.
- Quem precisa falar com quem?
Uma senhora alta, de cabelos louros ondulados na altura do ombro, olhos azuis acinzentados parou ao nosso lado.
- Hey, você é a Senhora Fiore, certo? - Helena arriscou no palpite ao ver a mulher.
- Sim, e quem é você, mocinha? Me parece familiar... - Ela estreitou os olhos enquanto encarava Lena e arrumava a camisa azul que vestia.
- Você havia falado comigo uma vez na...
- Ah sim, já me lembrei! A garota com quem eu esbarrei na rua algumas semanas, certo? Me lembro de você, uma das poucas garotas que se pode encontrar chorando sozinha nas ruas de Londres.
- Estava chorando? - Me virei com olhar estreito para Helena.
Tudo bem que nós ficamos um tempo sem conversar, mas eu geralmente estava lá quando ela precisava chorar.
Ela deu um sorriso fraco como resposta.
- Bom, mas como posso ajudá-la, senhorita... - Estefânica fez uma pausa olhando para Lena, provavelmente tentando lembrar seu sobrenome.
- Helena. Helena Payne.
- Oh Sim, senhorita Payne, o que posso fazer por você? - A senhora se encostou no balcão onde o cara gay havia sentado.
- Sobre isso...
- Querida Estefânia, eles não têm hora marcada, receio que não possam falar com você. - O mesmo interrompeu Helena que revirou os olhos.
- Quieto, Charles, deixe que disso cuido eu, agora traga-me um café, por favor. - Ela respondeu e o mesmo olhou-a com um tanto quanto de raiva e se levantou.
- Então, como estava dizendo, - Helena sorriu para Charles. - eu pensei sobre o que você havia me proposto, e sim. Eu aceito. Quer dizer, se ainda tiver algum vaga para mim aqui....
- Claro querida! Vagas é o que não falta! E quem é esse lindo que veio com você? Alguém que queira tentar a carreira de modelo masculino? - Ela dirigiu o olhar para mim.
- Na verdade, não, vim apenas acompanhar minha namorada...
- Hum, ok. - Ela observou a Helena por um instante e depois voltou a falar. - O que acha de conversarmos, então? Vamos para o meu escritório resolver o que for preciso, ver seu Book e  assim que tudo feito, já podemos marcar um teste para você.
- Sério que é assim tão simples?
- Na verdade, vai demorar mais do que você pensa, mas vai gostar, senhorita Payne, garanto.
A mulher começou a andar e nós a seguimos. Andamos por vários corredores, passamos por várias pessoas até entrarmos em uma sala vermelha e branca, totalmente decorada, Helena teria dito que era um desing moderno e provavelmente falaria o nome da pessoa que o fez, tenho certeza. A senhora se sentou e nos deu alguns papéis.
- Vamos resolver o necessário e assim que possível fechar o seu contrato.

Louis POVs

Eu estava no shopping junto de Mary. Ela havia me prometido ajuda com a fantasia para a festa dela. Eu sinceramente não sou uma pessoa muito criativa, então as vezes, quase sempre, preciso de ajuda com algumas coisas, então nada melhor do que a pessoa que teve a ideia te ajudar.
- Vamos lá, Lou, as roupas não vão começar a falar e andar em sua direção dizendo "eu quero o Louis", você tem que dizer se gosta ou não. "Pode ser" não é resposta! - Vi Marie segurando dois cabides na minha frente.
- Mas tudo parece igual!
- Se você não olha, vão ser mesmo!
- Mas você não espera que eu vá de Peter Pan, não é? Isso é ridículo, além de ser um tanto quanto gay!
Ela bufou e devolveu o cabide no lugar. Mary estava irritada, fazia algum tempo que estávamos indo de loja em loja atrás de uma fantasia, já que segundo ela, quanto antes comprar, menores são as possibilidades de alguém ter uma igual.
Até que fazia sentido, mas ela estava me tirando do sério.
- E essa?
- Não, Marie, eu não vou vestido de Cowboy. - Neguei de braços cruzados.
- Mas é tão bonitinha, Louis! Aposto que você via ser o único com uma dessa!
- Eu prefiro ser o único a NÃO usar uma dessas... muito ridícula.
-Então vai de cenoura logo e para de pedir ajuda, já que tudo o que eu falo você consegue arrumar um defeito!
- quem vai para uma festa vestido de cenoura? Por favor, Mary, essa foi a pior ideia de todas!
- Se nada que eu escolho presta, então vai de Super Homem, mesmo, depois que você achar quinze pessoas com a mesma roupa que a sua e todas as pessoas te confundirem, não venha reclamar comigo!
- Com certeza é melhor do que muitas dessas ideias que você está dando!
- Ah é, então boa sorte aí pra escolher algo decente!
E ela saiu andando de nariz empinado com a cara emburrada. E lá fui eu atrás dela. Óbvio.
- Mary, espera...
- Não, agora se vira, não precisa da minha ajuda!
- Mas eu não falei is... ACHEI!
- Achou o quê? - Ela se virou para mim com um ponto de interrogação no meio do rosto. Não literalmente, claro.
- A fantasia! Uma dessas você nem cogita a possibilidade, né?
- Se eu tivesse visto, talvez...
- Vou levar essa!
- Mas você nem experimentou, Lou! - Ela fazia careta, como se não aprovasse a fantasia, ou então era coisa de garota, que tem que experimentar tudo cinco vezes só pra ver se ver se realmente ficou bom.
- E daí, qualquer coisa fica perfeita em mim...
- Só por que você tem olho azul, não significa que você pode ser convencido.
- Vamos logo tomar um Milk Shake e comemorar que finalmente saímos dessa loja.
- Um adolescente com idade mental de sete anos. Parabéns, Louis, superou minhas expectativas. - Marie revirou os olhos e  saiu primeiro da loja. Não sei por que, mas eu tenho a leve impressão de que a irritei.

***

Depois de um tempo, compramos a fantasia, o Milk Shake e saímos andando pelo shopping, conversando e rindo. Aparentemente, o Milk Shake de chocolate gigante de Mary tinha melhorado o humor dela em praticamente... três segundos. Em uma escala de zero a dez? foi de quatro à onze. Sem brincadeira.
- Sério, vou manter Milk Shake por perto sempre que estiver com você. - Falei para ela enquanto estávamos parados em frente a uma loja qualquer de roupas. Ela parecia realmente interessada.
- Como assim?- Ela desviou o olhar da vitrine para mim.
- Não, estou dizendo que aquela história de chocolate melhorar o humor é verdade. Acabei de comprovar.
- Quê? Mas eu não estava mau-humorada! - Mary cruzou os braços e me encarou séria.
- Hey, não precisa me olhar como se eu fosse um maníaco psicopata que você quer matar, só comentei!
- Toma, não quero mais. - ela estendeu o braço com o copo na mão. Já comentei que o copo era gigante?
- Sério, pode ficar! Se quiser eu te dou outro! esse negócio é milagroso.
- Louis, se você se atrever a dizer mais uma vez que eu sou chata, eu jogo o resto de Milk Shake na sua cabeça, aqui, no meio do Shopping. 
- Cai dentro, então! - Tá, eu falei por falar, mas ela levou a sério. Então pode imaginar a cena de dois seres humanos no meio do shopping tentando jogar Milk Shake um no outro. Sim, tenso.
Bom, o fim já era muito previsível, terminamos no chão cheios de Milk Shake em nossa roupa e no cabelo. Marie estava pior que eu, com certeza.
As pessoas nos olhavam estranhamente. Isso seria óbvio, já que coisas do tipo não acontecem todo dia.
- Você é um grande idiota retardado! eu adorava essa roupa!
- Pode continuar adorando, depois de lavada, claro.
- Grrrrrr!! Você me paga, Tommo!
- Ah, não foi tão ruim, pense pelo lado bom, você está gostosa.
- Quê? - Eu diria que ela me olhava indignada, mas como seu rosto estava todo lambuzado, eu não tinha certeza.
- Pena que eu não tenho mais nada aqui comigo que pudesse te machucar, se não eu jogaria no meio da sua fuça!
Ponto Positivo: estávamos ambos gostosos e comestíveis. Eu me lamberia, se isso fosse possível.
Ponto Negativo: Teríamos que voltar para casa como duas aberrações. Mas isso era o de menos.
Enfim, Marie se irritou tanto comigo que saiu pisando duro. Ela provavelmente ia embora.
Depois de pegar alguns (muitos) guardanapos, corri para onde ela tinha ido, no banheiro. Esperei do lado de fora, queria evitar o problema de alguém me expulsar de vez daquele shopping. Não faltava muito pra isso.
Alguns minutos depois Mary saiu do banheiro, um pouco mais limpa, mas ainda com cheiro de chocolate.
- O que tá fazendo aqui ainda? - ela perguntou depois de dar de cara comigo.
- Desculpa, ok?
- é sério, ou está só se desculpando por se desculpar? - Ela pegou os guardanapos e depois olhou para mim.
- é mais a segunda opção, tipo, foi muito engraçado, mas você é minha amiga, então estou pedindo desculpa.
Ela sorriu.
- Ah, sem problema, Louis, até que não foi tão ruim. - Mary sorriu de novo e saiu andando, como uma criança feliz.
Por que criança feliz? Bom, ela saltitava e sorria como uma idiota. Além de ter chocolatem em todas as partes. É, não posso falar nada, eu também estava sendo idiota, mas a bipolaridade dela me tirava do sério, isso é certeza. Essa garota me deixava maluco!
- Vai ficar aí igual estátua, ou vai vir comigo? - Ela me tirou de todos pensamentos.
- Ah, tá, já vou...
E saímos andando, quase tão parecidos como bonecos de chocolate.

Niall POVs

Era um sábado a tarde, e eu estava em uma loja de fantasias em uma rua no centro de Londres junto de Gabriela. A loja era simples, mas era enorme. Tinham muitas opções de fantasias, sem contar o número de provadores. Alguém poderia se perder ali dentro, sem brincadeira.
- E o que você acha dessa? - Gaby me mostrava mais uma fantasia. Era provavelmente a sétima que ela pedia opinião.
- Ah bonita... De qual personagem é essa?
- Dorothy, o mágico de Oz. - ela me respondeu sem tirar os olhos da fantasia. - Dancei essa peça no ano passado, mas não fui ela, fui o espantalho. - Eu queria rir. espantalho? Isso era estranho. Mas antes que eu fizesse, ela me olhou séria. - E não ria, foi um bom papel, mesmo assim era um dos principais.
- Mas essa fantasia é quase igual a da Alice no País das Maravilhas. - ela estreitou o olhar e encarou as duas fantasias.
- Não, definitivamente não. Elas são totalmente diferentes.
Eu não via a mínima diferença. Talvez no sapato, já que o da Dorothy era vermelho e o da Alice era preto, mas de resto... Whatever.
- Ah, e essa aqui? - Ela puxou um cabide e me mostrou com empolgação.
- Fada? Sério mesmo?
- ah... - Ela deu de ombros. - É, talvez seja estranho.
- Eu acho essa legal. - Mostrei à Gaby uma roupa egípcia.
- Não... É provável que tenha alguém com uma dessa...
- as vezes não. - Devolvi o cabide no lugar.- E que tal ir como uma Deusa grega ou Romana? Poderia ir de Afrodite...
- Vou levar isso como um elogio... Mas mesmo assim, talvez não seja exatamente muito criativo.
- Ah, eu acho diferente, aposto que não vai ter ninguém igual, talvez uma ou duas pessoas, mas isso é insignificante.
- Geralmente, Nialler, as pessoas tentam ser diferentes nessas festas, e por tentarem ser diferentes, elas acabam sendo iguais.
- Sua lógica me deixou confuso. - Meu cérebro estava em um momento "loading".
- ah, não entendeu porque não quis...
Tá, eu realmente não entendi.
- Gaby, porque você não experimenta essas que estão aí com você e depois se não gostar de nenhuma você procura outra?
- Ah, claro... - Então Gaby se virou para ir em direção aos provadores. - Você vai me esperar aqui para dar opinião nas fantasias, certo Duende?
- Claro, eu não tenho outra escolha, tenho? - Perguntei escorado na parede.
- Não, mas é sempre bom conferir. - Dando um sorriso de lado, ela fechou a cortina.

***

- Pronta, Bibi?
- É, acho que sim... - Pelo tom e sua voz, não poderia confiar muito que ela havia gostado.
Quando ela abriu as cortinas pretas, arregalei os olhos. Nunca em toda a minha vida tinha visto uma fantasia tão, mas tão curta. 
- O quê é isso? - me tom era de espanto.
- Era pra ser uma fantasia da Tinker Bell, mas depois que eu a vesti, acho que uma "Mulher da Vida" a esqueceu aqui...
Ela continha a mesma expressão que eu nos olhos. Uma mistura de surpresa/receio/medo/espanto. A roupa era realmente curta. E em minha humilde opinião, acho que aquilo deveria voltar para a loja de itens eróticos de onde veio, já que definitivamente aquilo NÃO era considerado uma roupa.
Sem que eu falasse nada, ela voltou para o provador. 
Pouco mais de cinco minutos depois, ela reabriu a cortina.
- Demorou mais que o necessário. - A zoei.
- Desculpe, Loiro Oxigenado, mas não foi tão simples assim fechar o zíper e colocar o corpete. - Dessa vez ela usava aquela fantasia do Mágico de Oz, daquela tal Dorothy. Sim, era muito, eu repito MUITO melhor que a outra.
- O que achou, "jurado particular de fantasias"? - Ela virava de um lado para o outro na frente do espelho.
Essa fantasia era azul, branca e vermelha, na verdade, apenas os sapatos eram vermelhos, mas não pude deixar de notar que esse corpete a deixava com a cintura bem aparente.
- Você está muito linda.
- Obrigada! - Ela tinha um sorriso sincero nos lábios. - Ainda tenho mais uma fantasia ara experimentar... 
E assim se passaram mais alguns vários minutos. Gabriela experimentava e pedia minha opinião.
Ela acabou por provar até mesmo aquelas fantasias egípcias e de deusa grega, e sendo sincero, ela realmente parecia uma, mas esse comentário não precisa sair daqui.
No final, ela acabou escolhendo uma até mais normal do que eu imaginei.
- Bom, agora precisamos ver a sua, mesmo que eu esteja com uma breve sensação de que estou esquecendo de alguma coisa...
- Er... Gaby, lembra que hoje é sábado, certo?
- Sim, hoje é o dia da minha apresentação... - Ela respirou fundo depois da resposta.
- Lembra o horário que tem de estar lá? 
- sim, as cinco horas eu preciso chegar lá para faze maquiagem, cabelo, ajustes finais e ainda passar algumas partes antes do público chegar.
- E você sabe também que são quatro e quarenta e cinco, certo?
- O QUÊ?
Bom, depois disso, tudo aconteceu muito rápido, minha narração te deixaria ainda mais confuso, mas posso resumir tudo dizendo que Gabriela teve um ataque histérico do provador até o caixa, onde pagou a fantasia e me fez correr igual a um fugitivo para o carro. Depois de estarmos dentro do mesmo, ela gritou tanto no meu ouvido, que fez com que eu perdesse meus sentidos momentaneamente.
Passávamos iguais a dois loucos pelas ruas de Londres, mas era isso ou uma garota maluca gritando com você.
 Cerca de trinta e cinco minutos depois, chegamos em frente ao teatro onde ela se apresentaria. 
No estacionamento estava uma grande correria com figurinos e figurinistas, dançarinos, assistentes de palco, manobristas, exatamente todo o tipo de pessoas que você poderia imaginar.
Gaby já tinha recebido cerca de sete ligações de sua professora, que aliás, estava tendo um filho o outro lado da linha. Claro, hipoteticamente. Nossa desculpa era um tanto quanto óbvia e sem dúvidas muito normal e "acreditávél" (vamos fingir que essa palavra existe, nesse momento, nada se encaixa melhor que ela). Tudo foi por causa do transito.
- Gabriela, se eu tivesse tempo eu te daria uma boa de uma bronca, mas o tempo é curto! Direto para o camarim, Odette!
A professora dela veio direto em nossa direção, como se estivesse realmente a nossa espera.
- Ode o quê? - Me vi perguntando.
- Trouxe de novo esse rapaz, senhorita Tomlinson? 
Não sei se o objetivo era me ofender ou me deixar sem graça, mas preferi não pensar nisso.
- Desculpe-me senhora, mas nós acab...
- Sem desculpas, mocinha! A Maquiadora e cabeleireira estão a sua espera, a costureira também está pronta para ajustar seu corpete, então trate de se apressar! 
Bibi sem contestar uma palavra saiu correndo e mexeu os lábios me dizendo algo do tipo "não se preocupe, vá fazer algo legal e depois volte".
- E você rapazinho... Fora daqui, esse não é um bom momento ara visitas.
É, talvez seguir o conselho de Gaby fosse melhor... Se eu ficasse aqui, era provável que ainda me batessem...
Entrei o carro e fui me arrumar para a apresentação.

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Nota da Autora: HAAA! sou uma garota ninja! Consegui escrever esse capítulo até que rápido, mas se ele ficou bom, aí já é outra história... 
Quem sabe amanhã não tem outro, certo? Vou tentar escrever amanha, já que não tenho aula (uhuuu), torçam para que eu consiga :) 

Kisses peolple! Love ya!

ass: Gabriela ;p

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